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PORTAL DO SERVIDOR PUBLICO DO BRASIL: PÁGINA OFICIAL

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quarta-feira, 28 de julho de 2021

Organização das operações de campo para o combate as endemias

             Divisão de Controle das Endemias de Ji Paraná Ro http://dcejipa.blogspot.com.br/



4. Organização das operações de campo

 As atividades operacionais de campo serão desenvolvidas em uma área de abrangência restrita, denominada zona (área de zoneamento), que corresponderá à área zona de atuação e responsabilidade de um agente de saúde. Cada zona deverá ter de 800 a 1.000 imóveis.

Assim, deverá existir maior vínculo e identificação do agente de saúde pública com a comunidade, onde ele desenvolve o seu trabalho.

A descentralização das operações de campo deve implicar a incorporação de novas atividades e serviços aos Estados e Municípios, o que, por sua vez, deve determinar o desenvolvimento de novos modelos de organização adequados a cada caso particular, preservando as diretrizes gerais do SUS.

4.1. Atribuições

4.1.1. Agente de saúde Na organização das atividades de campo o agente é o responsável por uma zona fixa de 800 a 1.000 imóveis, visitados em ciclos bimensais nos municípios infestados por Aedes aegypti. Ele tem como obrigação básica: descobrir focos, destruir e evitar a formação de criadouros, impedir a reprodução de focos e orientar a comunidade com ações educativas. Suas atribuições no combate aos vetores são:

• Realizar a pesquisa larvária em imóveis para levantamento de índice e descobrimento de focos nos municípios infestados e em armadilhas e pontos estratégicos nos municípios não infestados;

• Realizar a eliminação de criadouros tendo como método de primeira escolha o controle mecânico (remoção, destruição, vedação, etc.);

 • Executar o tratamento focal e perifocal como medida complementar ao controle mecânico, aplicando larvicidas autorizados conforme orientação técnica;

• Orientar a população com relação aos meios de evitar a proliferação dos vetores;

• Utilizar corretamente os equipamentos de proteção individual indicados para cada situação;

• Repassar ao supervisor da área os problemas de maior grau de complexidade não solucionados;

 

 

 • Manter atualizado o cadastro de imóveis e pontos estratégicos da sua zona;

• Registrar as informações referentes às atividades executadas nos formulários específicos;

• Deixar seu itinerário diário de trabalho no posto de abastecimento (PA);

• Encaminhar aos serviços de saúde os casos suspeitos de dengue.

 4.1.2. Supervisor É o responsável pelo trabalho realizado pelos agentes de saúde, sob sua orientação. É também o elemento de ligação entre os seus agentes, o supervisor geral e a coordenação dos trabalhos de campo. Tem como principais atribuições:

• Acompanhamento das programações, quanto a sua execução, tendo em vista não só a produção mas também a qualidade do trabalho; FUNASA - abril/2001 - pag. 28

• Organização e distribuição dos agentes dentro da área de trabalho, acompanhamento do cumprimento de itinerários, verificação do estado dos equipamentos, assim como da disponibilidade de insumos;

• Capacitação do pessoal sob sua responsabilidade, de acordo com estas instruções, principalmente no que se refere a: - conhecimento manejo e manutenção dos equipamentos de aspersão; - noções sobre inseticidas, sua correta manipulação e dosagem; - técnica de pesquisa larvária e tratamento (focal e perifocal); - orientação sobre o uso dos equipamentos de proteção individual (EPI).

• Controle e supervisão periódica dos agentes de saúde;     • Acompanhamento do registro de dados e fluxo de formulários;

• Controle de frequência e distribuição de materiais e insumos;

• Trabalhar em parceria com as associações de bairros, escolas, unidades de saúde, igrejas, centros comunitários, lideranças sociais, clubes de serviços, etc. que estejam localizados em sua área de trabalho;

 • Avaliação periódica, junto com os agentes, das ações realizadas;

• Avaliação, juntamente com o supervisor-geral, do desenvolvimento das áreas com relação ao cumprimento de metas e qualidade das ações empregadas. Recomenda-se que cada supervisor tenha dez agentes de saúde sob a sua responsabilidade, o que permitiria, a princípio, destinar um tempo eqüitativo de supervisão aos agentes de saúde no campo.

 

As recomendações eventualmente feitas devem ser registradas em caderneta de anotações que cada agente de saúde deverá dispor para isso. É ainda função do supervisor a solução de possíveis recusas, em auxílio aos agentes de saúde, objetivando reduzir pendências, cabendo-lhe manter atualizados os mapas, croquis e o reconhecimento geográfico de sua área. Tal como os agentes de saúde, também o supervisor deve deixar no posto de abastecimento (PA) o itinerário a ser cumprido no dia.

4.1.3. Supervisor geral O supervisor-geral é o servidor de campo ao qual se atribui maior responsabilidade na execução das atividades. É o responsável pelo planejamento, acompanhamento, supervisão e avaliação das atividades operacionais de campo. As suas atividades exigem não só o integral conhecimento de todos os recursos técnicos empregados no combate ao Aedes aegypti mas, ainda, capacidade de discernimento na solução de situações não previstas e muitas vezes emergenciais. Ele é responsável por uma equipe de cinco supervisores. São funções do supervisor-geral: • Participar da elaboração do planejamento das atividades para o combate ao vetor;

• Elaborar, juntamente com os supervisores de área, a programação de supervisão das localidades sob sua responsabilidade;

• Supervisionar e acompanhar as atividades desenvolvidas nas áreas;

• Elaborar relatórios mensais sobre os trabalhos de supervisão realizados e encaminhá-los ao coordenador municipal do programa;

 • Dar suporte necessário para suprir as necessidades de insumos, equipamentos e instrumentais de campo; FUNASA - abril/2001 - pag. 29

 • Participar da organização e execução de treinamentos e reciclagens do pessoal de campo;

 • Avaliar, juntamente com os supervisores de área, o desenvolvimento das atividades nas suas áreas, com relação ao cumprimento de metas e qualidade das ações empregadas;

 • Participar das avaliações de resultados de programas no município;

• Trabalhar em parceria com entidades que possam contribuir com as atividades de campo nas suas áreas de trabalho;

• Implementar e coordenar ações que possam solucionar situações não previstas ou consideradas de emergência


quarta-feira, 3 de março de 2021

1ª Lira IIP índice de infestação Predial realizado em Fevereiro de 2021 é elevado a 8,2%. IIP

Divisão de Controle das Endemias de Ji Paraná Ro http://dcejipa.blogspot.com.br/


1ª Lira IIP índice de infestação Predial  realizado em Fevereiro de 2021 é elevado a 8,2%. IIP

 

             Resultado do índice de infestação do Aedes e alerta à população de Ji Paraná para que cuide de seus quintais

 

            A Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA) de Ji Paraná, por meio da equipe de Endemias e Controle de Endemias e setor da Diretoria de Vigilância em Saúde , publicou os resultados do Levantamento Rápido de Infestação pelo Aedes aegypti – LIRA de Fevereiro de 2021, Pelo levantamento divulgado, elevou o Índice de Infestação Predial (IIP) de Fevereiro para  8,2% IIP, Isso quer dizer que, segundo critérios de avaliação, adotados pelo Ministério da Saúde, quando o extrato do LIRA identifica de uma a três casas infestadas a cada 100 imóveis pesquisados, o índice é avaliado como sendo uma situação de alerta. O risco de surto existe quando o índice de infestação do Aedes aegypti é igual ou superior a 4%.

 

ÍNDICE DE INFESTAÇÃO POR BAIRRO - JI- PARANA – JANEIRO DE 2021

1ª LIRA

 

CÓDIGO

DO

BAIRRO

 

NOME DO BAIRRO

 

Imóveis

Inspecionados

Imóveis

POSITIVO

AMOSTRAS POSITIVAS

IIP %

IB %

01

UNIÃO I

7

2

2

28,5%

28,5%

02

VILA JOTÃO

21

5

9

23,8%

42,8%

03

DUQUE DE CAXIAS

5

1

4

20,0%

80,0%

04

SANTIAGO

57

11

14

19,2%

24,5%

05

JK

80

15

17

18,7%

21,3%

06

UNIÃO  II

22

4

6

18,1%

27,2%

07

BELA VISTA

24

4

5

16,6%

20,8%

08

JARDIM DAS SERINGUEIRAS

30

5

5

16,6%

16,6%

09

PARQUE DOS PIONEIROS

19

3

5

15,7%

23,3%

10

SÃO FRANCISCO

63

10

12

15,6%

19,0%

10

RES. Açai

14

2

2

14,2%

14,2%

10

AURÉLIO BERNARDI

28

4

9

14,2%

32,1%

10

NOVO URUPÁ

7

1

1

14,2%

14,2%

11

Res. Talismã

15

2

2

13,3%

13,3%

12

Res. Veneza

15

2

2

13,0%

13,0%

13

VALPARAISO

73

9

11

12,3%

15,0%

14

NOVA BRASILIA

228

27

42

11,8%

18,4%

15

JARDIM  FLÓRIDA

9

1

1

11,1%

11,1%

16

JARDIM PRESIDENCIAL

93

10

22

10,7%

23,6%

17

Res. Pq. Amazonas

20

2

2

10,0%

10,0%

17

SÃO PEDRO

60

6

11

10,0%

18,3%

18

RES CAPELASSO

32

3

3

9,3%

9,3%

19

NOSSA SENHORA DE FATIMA

22

2

2

9,0%

9,0%

19

HABITAT BRASIL

11

1

1

9,0%

9,0%

19

Vila de Rondônia

11

1

1

9,0%

9,0%

19

RIACHUELO

44

4

5

9,0%

11,3%

43

ALTO ALEGRE

21

2

3

9,5%

14,2%

20

NOVO HORIZONTE

12

1

3

8,3%

25,0%

21

CASA PRETA

78

6

8

7,6%

10,2%

22

DOM  BOSCO

53

4

6

7,5%

11,3%

23

PQ . SÃO PEDRO

57

4

4

7,0%

7,0%

06

CAFEZINHO

66

4

8

6,0%

12,1%

07

Kolina Pak I

16

1

1

6,2%

6,2%

24

2 DE ABRIL

29

2

2

6,8%

6,8%

24

NOVA LONDRINA

29

2

2

6,8%

6,8%

26

GOV. JORGE TEIXEIRA

69

4

7

5,7%

10,1%

27

RES. RONDON

37

2

3

5,4%

8,1%

28

RES.OLEANS I

20

1

1

5,0%

5,0%

28

NOVO JI-PARANÁ

40

2

3

5,0%

7,5%

29

OLEANS II

20

1

1

5,0%

5,0%

28

Gren Parque

20

1

1

5,0%

5,0%

29

São Cristóvão

43

2

2

4,6%

4,6%

30

PRIMAVERA

76

3

3

3,9%

3,9%

31

Res. Bosque dos Ipes

28

1

1

3,5%

3,5%

32

JARDIM DOS MIGRANTES

82

2

2

2,4%

2,4%

33

CENTRO

52

1

1

1,9%

1,9%

21

VILA RONDÔNIA

11

1

1

1,9%

1,9%

46

NOVA COILINA

15

-

-

--

-

25

Kolina Pak II

53

-

-

--

-

17

SÃO BERNARDO

31

-

-

-

-

19

URUPÁ

75

-

-

-

-

25

BOA ESPERANÇA

20

-

-

-

-

34

VILA URUPÁ

3

-

-

-

-

35

NOVA COLINA

15

-

-

-

-

39

BIANCÃO

13

-

-

-

-

40

RES. CARNEIRO

18

-

-

-

-

54

Res. São Jose

25

-

-

-

-

55

Res. Milão

34

-

-

-

-

56

Res. Santa Clara

0

-

-

-

-

57

Res. Copas Verdes

52

 

 

 

 

58

Res. Terra Nova II

6

-

-

-

-

59

Res. Espelho D’Agua

2

-

-

-

-

60

Res. Planalto

11

-

-

-

-

57

Res. Copas Verdes

52

 

 

 

 

58

Res. Terra Nova II

6

-

-

-

-

59

Res. Espelho D’Agua

2

-

-

-

-

60

Res. Planalto

11

-

-

-

-

 

FONTE: DCEJIPA/SISPNCD/2020

 

ÁREAS ( ESTRATOS) Padrão do MS

 

 

 

 

01- Satisfatório:   < 1%

 

 

 

 

 

02-Alerta:  1- 3,9%

 

 

 

 

 

 

03-Risco: >3,9%

 

 

 

 

 

 



       

 

FONTE: DCEJIPA/SISPNCD/2020

 

 

 

ÁREAS ( ESTRATOS) Padrão do MS

 

 

 

 

 

 

01- Satisfatório:   < 1%

 

 

 

 

 

 

 

02-Alerta:  1- 3,9%

 

 

 

 

 

 

 

 

03-Risco: >3,9%

 

 

 

 

 

 

 

É importante que todas as pessoas que vivem próximas, no mesmo bairro, tenham estes cuidados contra a dengue, pois só assim é possível reduzir as chances de transmissão da dengue.

 

Alguns dos cuidados mais importantes para a prevenção da dengue são:

 

1. Eliminar os focos de água parada

O mosquito que transmite a dengue se prolifera em locais com água parada, por isso eliminar os focos de água é um cuidado essencial para evitar que o mosquito se reproduza:

·         Manter os pratos de vasos de flores e plantas com areia;

·         Guardar garrafas com a boca virada para baixo;

·         Limpar sempre as calhas dos canos;

·         Não jogar lixo em terrenos baldios;

·         Colocar o lixo sempre em sacos fechados;

·         Manter baldes, caixas d´água e piscinas sempre tampados;

·         Deixar pneus ao abrigo da chuva e da água;

·         Eliminar copinhos plásticos, tampas de refrigerantes, cascas de coco em sacos que possam ser lacrados;

·         Furar latas de alumínio antes de ser descartadas para não acumular água;

·         Lavar bebedouros de aves e animais pelo menos uma vez por semana;