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quarta-feira, 6 de maio de 2015

A Secretaria Municipal de Saúde conta com a colaboração da população no combate aos focos do mosquito da Dengue

Divisão de Controle das Endemias de Ji Paraná Ro http://dcejipa.blogspot.com.br/



A Secretaria Municipal de Saúde e Divisão de Controle das Endemias de Ji Paraná, conta com a colaboração da População (moradores),para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue. Os profissionais da Secretaria de Saúde visitaram bimestralmente inúmeros casas a procura de focos para eliminá-los, e também realizam orientações aos Moradores. 

. Alem das visitas domiciliares bimestrais realizamos aplicação de inseticida espacial (Fumacê) com UBV portátil nas residências com casos notificados ou suspeita da Dengue, e também a realização de pesquisas em pontos estratégico, como borracharias, ferro velho, depósitos de sucatas e oficinas, esses são os imóvel considerado ter visitas especial a cada quinze dias devidos os inúmeros de objetos que acumula água de chuva. 

Para evitar a dengue, a melhor solução é acabar com os criadouros do mosquito, que assim não pode procriar, e, portanto não propaga a doença. 

Principalmente no período das chuvas, toda a população deve verificar cotidianamente quintais, lajes, piscinas, calhas, inspecionar vasos de plantas para evitar a proliferação do mosquito e eliminar todo objeto que possa acumular água parada, vedar bem as tampas das caixas d’água,fossas e outros. 

O ciclo de vida do mosquito da dengue é muito rápido, o que o torna muito perigoso, portanto toda a população precisa participar da campanha evitando água parada em casa, nas empresas, indústrias e terrenos. 




Fone (69) 3424 3029 

Vejam Muito Mais neste LINK 



sábado, 2 de maio de 2015

A Secretaria Municipal de Saúde Junto a Divisão de Controle das Endemias Alerta para o reforçar do trabalho de combate à Dengue



A Secretaria Municipal de Saúde Junto a Divisão de Controle das Endemias Alerta para o reforçar do trabalho de combate à Dengue a população precisa fazer sua parte. Moradores de todos os bairros devem abraçar a causa e ficar atentos a situações que favorecem o aparecimento de focos do mosquito. “Vale ter cuidado com os recipientes com água, que devem estar sempre bem tampados, e também com outros locais para reprodução do mosquito, como calhas, caixas de ar-condicionado e depósitos que ficam atrás da geladeira”, alertamos que os 63 bairros de Ji-Paraná apresenta a incidência  de alto índice de infestação predial chegou em 4.8% IIP pelo mosquito Aedes Aegypti.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Vírus Zika É Também transmitida através da picado do Mosquito AEDES AEGYPTI

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Vírus Zika

Dois pesquisadores do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) descobriram o vírus causador da doença cujos sintomas são semelhantes aos da dengue e que vem assustando a população baiana: o Zika Vírus, que é transmitido pelos mosquitos aedes aegypti, aedes albopictus e outros tipos de aedes.

Segundo Gúbio, o Zika Vírus causa um quadro muito parecido com o da dengue, em que o paciente pode apresentar sintomas como febre, diarreia, dores e manchas no corpo. Porém, este novo vírus é mais fraco e os sintomas mais brandos.

Sintomas são semelhantes aos da dengue, mas com menos gravidade.

Os sintomas duram cerca de 12 dias até desaparecerem. "O importante é procurar um médico, assim que os sintomas começarem

"Zika Vírus não é tão grave quanto dengue ou chikungunya, não leva o paciente à morte. O quadro parece alérgico, é mais tranquilo e o tratamento é o mesmo", explica o pesquisador. Além destes sintomas, o paciente pode apresentar sinais de conjuntivite.

"O tratamento é o mesmo para dengue: Paracetameol. Você não combate o vírus. Isto quem faz é o seu organismo. Você combate os sintomas

O Zika vírus foi isolado pela primeira vez no fim da década de 1940, através de estudos realizados em macacos rhesus que habitavam a floresta de Zika, na Uganda. O primeiro caso bem documentado em um humano data de 1964, com os mesmos sintomas observados atualmente: exantemas (manchas na pele), febre e dor no corpo. O primeiro surto da doença observado fora dos continentes da Ásia e da África foi registrado em 2007, na Oceania. Hoje, se sabe que mosquitos da família aedes (aegypti, africanus, apicoargenteus, furcifer, luteocephalus e vitattus) são os principais vetores da doença, que, de acordo com um único caso documentado em 2008, também pode ser transmitida sexualmente entre os humanos.
O vírus Zika [Zika virus - (ZIKV)] é uma espécie de vírus da família Flaviviridae e do gênero Flavivirus. Em humanos, ele causa a doença conhecida como febre Zika. É relacionado a dengue, febre amarela, encefalite do Oeste do Nilo e Encefalite japonesa, vírus que também fazem parte da família Flaviviridae.

Virologia 

Junto com outros vírus da família, o vírus Zika é envelopado e icosaedral com um genoma RNA não segmentado, de cadeia simples e senso positivo. É mais próximo ao vírus Spondweni e é um dos dois vírus do clado do Spondweni.1 O vírus foi isolado pela primeira vez em 1947 de um macaco-reso (Macaca mulatta) na floresta de Zika na Uganda, África, e foi isolado pela primeira vez em humanos em 1968, na Nigéria. De 1951 a 1981, evidências de infecção humana foram reportadas em outras nações africanas como Uganda, Tanzânia, Egito, República Centro- Africana, Serra Leoa e Gabão, assim como em partes da Ásia incluindo Índia, Malásia, Filipinas, Tailândia, Vietnã e Indonésia. 2 É transmitida por mosquitos e foi isolado de um número de espécies do gênero Aedes - Aedes aegypti, Aedes africanus, Aedes apicoargenteus, Aedes furcifer, Aedes luteocephalus e Aedes vitattus. Estudos mostram que o período de incubação extrínseca em mosquitos é de cerca de 10 dias.2 Os hospedeiros vertebrados do vírus incluem macacos e humanos.

Acredita-se que patogênese do vírus consista inicialmente em infectar células dendríticas próximas ao lugar de inoculação, e então espalham-se pelos nódulos linfáticos e nacorrente sanguínea.1 Em termos de replicação, os flavivírus tendem geralmente a se replicarem no citoplasma, mas os antígenos do vírus Zika foram encontrados em núcleos de células infectadas.

Clínica

Sintomas comuns da infecção costumam incluir dores de cabeça leves, exantema maculopapular, febre, mal estar, conjuntivite, e artralgia. O primeiro caso bem documentado do vírus Zika foi em 1964, começando com uma leve dor de cabeça que progrediu para um exantema maculopapular, febre e dor nas costas. Com dois dias, a erupção começou a desaparecer, e com 3 dias, a febre desapareceu com apenas a erupção permanecendo.3 Não há qualquer vacina ou droga preventiva contra o vírus Zika, e apenas o tratamento sintomático é possível. Usualmente anti-inflamatórios não-esteróides e/ou analgésicos não-salicílicos são utilizados.

Epidemiologia


O primeiro surto da doença fora da África e Ásia foi em abril de 2007, na ilha de Yap nos Estados Federados da Micronésia. O vírus se caracterizou pelas erupções cutâneas, conjuntivite, e artralgia, e inicialmente se pensou que era dengue. Os vírus Chikungunya e do rio Rosstambém foram tomados como suspeitos.4 Porém, amostras de soro dos pacientes na fase aguda da doença continham RNA do vírus Zika. A processo infeccioso da febre Zika foi relativamente leve: houveram 49 casos confirmados, 59 não confirmados, nenhum morte ou hospitalização.5



Um surto recente do vírus Zika fora da África e da Ásia foi confirmada em abril de 2015, no Brasil. Na cidade de Salvador, capital do estado da Bahia, as autoridades de saúde confirmaram que uma doença até então desconhecida que afeta cerca de 500 pacientes com sintomas semelhantes aos da gripe, seguido de exantema e artralgia é realmente um surto em curso da febre Zika, como provado pela técnica de RT-PCR por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia. As autoridades locais ligaram o surto recente ao aumento do fluxo de visitantes estrangeiros motivados pela Copa do Mundo FIFA de 2014, juntamente com a grande população de insetos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus que habitam a região. O surto segue um padrão semelhante ao também recente surto do vírus Chikungunya na mesma região, outra doença até então desconhecida à população local.6


O vírus Zika pode ser considerado um patógeno emergente, visto que se espalhou para fora da África e Ásia pela primeira vez em 2007. Até o momento, foi um doença relativamente leve com alcance limitado, mas seu verdadeiro potencial como vírus e agente infeccioso é atualmente desconhecido.

Etimologia

Em 1947, cientistas pesquisando a febre amarela colocaram um macaco-reso numa jaula na Floresta de Zika (significando sobre-crescido na língua Luganda) próximo ao Instituto de Pesquisa Virológica do leste africano em Entebbe, Uganda. A febre se desenvolveu no macaco, e os pesquisadores isolaram de seu soro um agente transmissível que foi descrito como Vírus Zika pela primeira vez em 1952. Foi subsequentemente isolado num humano na Nigéria em 1954. Da sua descoberta até 2007, casos confirmados de infecção com o vírus Zika na África e Sudeste da Ásia eram raros. Em 2007 porém, uma forte epidemia ocorreu na ilha Yap, Micronésia. Mais recentemente, epidemias ocorreram na Polinésia, ilha da Páscoa, Ilhas Cook e Nova Caledônia.

Transmissão entre humanos


Em 2009, se provou que o vírus Zika pode ser sexualmente transmitido entre humanos. Professor Brian Foy, biológo universitário da Colorado State University no Laboratório de Doenças Infecciosas e Transmitidas por Artropódes, visitou o Senegal para estudar mosquitos e foi picado em algumas ocasiões na sua pequisa. Alguns dias depois de voltar aos EUA ele ficou doente com febre Zika, mas não sem antes ter intercurso vaginal com sua esposa. Sua esposa subsequentemente mostrou sinais de infecção com febre Zika, além de extrema sensibilidade á luz. Foy é a primeira pessoa conhecida a ter passado um vírus vindo de insetos a outro ser humano via contato sexual.

Ver também


Referências

Fields Virology, 5th Edition




Ir para cima↑ Hayes, E.B.. (2009). "Zika Virus Outside Africa". Emerging Infectious Diseases 15 (9): 1347–1350. DOI:10.3201/eid1509.090442.

Ir para cima↑ Altman, L.K. (July 3, 2007). "Little-Known Virus Challenges a Far-Flung Health System". The New York Times.
Ir para cima↑ Duffy, M. R.; Chen, T. H.; Hancock, W. T.; Powers, A. M.; Kool, J. L.; Lanciotti, R. S.; Pretrick, M.; Marfel, M.; Holzbauer, S.; Dubray, C.; Guillaumot, L.; Griggs, A.; Bel, M.; Lambert, A. J.; Laven, J.; Kosoy, O.; Panella, A.; Biggerstaff, B. J.; Fischer, M.; Hayes, E. B.. (2009). "Zika Virus Outbreak on Yap Island, Federated States of Micronesia". New England Journal of Medicine 360(24): 2536–2543. DOI:10.1056/NEJMoa0805715.
Ir para cima↑ Identificado vírus causador de doença misteriosa em Salvador e RMS G1 (29 de abril de 2015). Visitado em 30 de abril de 2015.
Ir para cima↑ Various. (Jun 2014). "Etymologia: Zika Virus". Emerg Infect Dis [Internet] 20 (6). CDC. DOI:10.3201/eid2006.ET2006.
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Infectologista explica dengue, febre chikungunya e zika vírus

Doença causa erupção na pele, mas é mais branda que a dengue / Foto: Site UFBA

Doença causa erupção na pele, mas é mais branda que a dengue
Foto: Site UFBA

Você conhece o Zika Vírus? Por ter sintomas muito parecidos, a doença pode ser facilmente confundida com dengue e febre chikungunya. Originária da África, o vírus foi detectado pela primeira vez na América Latina nesta quarta-feira (29) em moradores de Camaçari, na Bahia. Para orientar a população e esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto, a infectologista e professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Vera Magalhães explica que a transmissão das três doenças ocorre pela picada dos mosquitos Aedes aegypti.

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Segundo a profissional, a dengue, febre chikungunya e Zika Vírus são clinicamente muito parecidos. "Zika Vírus possui um quadro muito parecido com o da dengue e da febre chikungunya, onde o paciente pode apresentar sintomas como febre, diarreia, dores e manchas no corpo. No entanto, a nova doença é considerada mais branda", explica Vera, que ressalta ainda que o diferencial do Zika é a presença de uma coceira mais intensa na pele acompanhada de conjuntivite. 

No caso da febre chikungunya, os sintomas incluem o início súbito de intensa artralgia e febre acima dos 39 graus. O vírus causa inflamações com fortes dores acompanhadas de inchaço, vermelhidão e calor nas articulações, especialmente dos pés e mãos – dedos, tornozelos e pulsos. Pessoas de qualquer idade ou sexo podem ser afetadas pelo vírus, mas os sintomas tendem a ser mais intensos em crianças e idosos.

Já os sintomas da dengue são mais diversos, podendo ter dores de cabeça, febre alta, tonturas e dores das articulações, além de sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes. "Entre todas as doenças, a dengue é a mais perigosa e, se não tratada, pode levar ao agravamento do quadro", explica a coordenadora do Programa de Controle da Dengue em Pernambuco, Claudenice Pontes.


A infectologista destaca que a dificuldade em distinguir as três doenças também é sentida pelos médicos. "Só com a realização de exames é possível identificar exatamente qual a doença do paciente. Sendo assim, a orientação é que, ao apresentar qualquer sintoma atípico, as pessoas procurem o posto de saúde", diz Vera. O resultado do exame sorológico, que tem segurança de 100% (diferentemente do teste rápido), é apresentado em cinco dias.

Apesar da Secretaria de Saúde do Estado ter divulgado que nenhum caso confirmado de chikungunya, rubéola, sarampo ou zika vírus foi registrado em Pernambuco, até o momento, a infectologista acredita que o vírus já pode ter chegado ao Estado. "Alguns casos não foram elucidados e é possível que seja o Zika Vírus ou chikungunya", explica a professora.

Em nota divulgada nesta quinta-feira (30), a Secretaria de Saúde do Estado (SES) informou que, das 102 notificações para chikungunya no Estado, 82 deram negativo e 18 continuam em investigação. Em relação ao zika vírus, ainda não há notificação protocolada por médicos. "Mesmo sem notificações, estamos monitorando e realizando exames para detectar todos os vírus que podem ser transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti", explica a coordenadora do Programa de Controle da Dengue em Pernambuco, Claudenice Pontes. 

NÚMEROS - Até o último dia 18 de abril, foram notificados 26.666 casos de dengue em Pernambuco e confirmados 5.153, em 174 municípios. Isso representa um aumento de 459,86% em relação ao mesmo período de 2014, quando foram notificados 4.763 casos, confirmando 1.812 desses. Os municípios com o maior número de notificações são: Recife (6.633), Jaboatão dos Guararapes (1.387), Camaragibe (1.379) e Goiana (942), totalizando 10.341 casos (38,78% do total do Estado).

quinta-feira, 30 de abril de 2015

O que é Zoonose:

Significado de Zoonose

O que é Zoonose:



Zoonose é um termo da medicina que designa as doenças e infecções transmitidas para o homem através dos animais e insetos. É uma palavra de origem grega formada por “zoo”, que significa "animal" e “noso”, que significa "doença".

As zoonoses são transmitidas pelos animais e insetos através de vírus, bactérias, fungos, protozoários e outros microorganismos diversos. A peste, carbúnculo, psitacose, triquinose e ornitose são exemplos de algumas zoonoses. As zoonoses mais comuns são:
Toxoplasmose (transmitida principalmente pelos felinos que são hospedeiros definitivos do protozoário da doença);
Leptospirose (muito comum em época de chuvas porque é transmitida através do contato com a pele ou pela ingestão de alimentos contaminados com a bactéria);
Raiva (doença provocada por vírus e transmitida através da mordida de um animal contaminado);
Dengue, Febre Amarela Silvestre e Urbana (transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti),e outras Endemias.
Histoplasmose (os fungos presentes em fezes secas de passarinhos, pombos ou morcegos são causadores dessa doença) 

Das diversas zoonoses existentes, não são tão comuns nos seres humanos como nos animais e muitas vezes os casos de pessoas infetadas não são relatados. Há outras zoonoses que, de forma contrária, são menos comuns nos animais, no entanto são muito graves para a saúde humana, por exemplo, Brucelose, Hidatidose, Febre Q. Doenças como Raiva ou Tuberculose bovina são igualmente graves para o animal e para o homem.

Zoonoses como a tuberculose e brucelose bovina e bubalina e em animais produtores de leite são de notificação obrigatória por parte das entidades responsáveis (profissionais de saúde, por exemplo).

A Saúde Pública Veterinária é a área responsável pela criação de medidas de controle e combate de zoonoses.
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