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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A utilização do carro fumacê só é indicada em localidades onde existe alto índice de infestação do Aedes aegypti, equivalente a 5%

Os técnicos da Divisão de Controle das Endemias de Ji Paraná  Ressalta que o fumacê não é a única ação que apresenta resultados positivos no combate ao inseto transmissor da dengue. 
O uso do fumacê, ou seja, a aplicação do inseticida de maneira espacial, é uma forma apenas emergencial e complementar às demais técnicas de enfretamento. Por isso, a indicação tem critérios muito bem definidos. É preciso ter alta transmissão, o que ainda não temos em No Município de Ji Paraná. 
Além da avaliação do levantamento do LIRAa, que mede a ocorrência do mosquito em determinadas regiões.
A utilização do carro fumacê só é indicada em localidades onde existe alto índice de infestação do Aedes aegypti, equivalente a 5%, e transmissão da dengue com casos notificados, de acordo com as normas do Ministério da Saúde. 
Em Ji Paraná estamos em “Baixo Risco”, ou seja, a utilização do carro fumacê não é recomendando, pois podemos estar criando insetos resistentes em caso de epidemia.É considerada alta transmissão acima de 300 casos de dengue por 100 mil habitantes, o município como um todo, tanto em relação ao número de casos notificados quanto de índice de infestação, não há indicação técnica, neste momento, para o uso do fumacê em todo o município.
Para se obter a eficácia do fumacê, é preciso atender a alguns critérios de indicação. 
Como o fumacê é uma técnica complementar, é preciso continuar as visitas dos agentes, as ações de bloqueio de transmissão com ações de eliminação de focos do mosquito, a educação com informações sobre prevenção e os mutirões de limpeza para que o fumacê tenha eficácia. 
O inseticida do fumacê mata a fêmea adulta e para isso ela precisa estar voando, ele depende de questões climáticas, sendo que se o vento estiver forte leva o inseticida embora, não pode estar chovendo e há horários específicos em que a nuvem do produto percorre o espaço necessário para atingir o mosquito. 
Quando o carro de UBV passa em uma rua, se a casa tiver muro alto, o veneno não vai chegar até o fundo das casas, então não vai eliminar mosquito nenhum. Além disso, o fumacê não tem ação residual, ou seja, aquela larva que está no vasinho de planta não será eliminada.
Apesar de a eficácia ser baixa com a aplicação neste momento, o técnico da Divisão de Controle das Endemias  ressalta que se não houve risco algum associado ao uso do UBV, o fumacê poderia ser utilizado indiscriminadamente, mas inseticida é veneno para matar o mosquito da dengue, mas utilizado de forma inadequada ele pode trazer riscos à saúde da população. 
O risco ambiental também deve ser considerado, pois o veneno fica na superfície do solo da cidade e outra questão é que o veneno mata outros insetos, que não só o da dengue, o que pode acarretar desequilíbrio ecológico. 
Além disso, há o risco de que o mosquito da dengue na nossa região adquira resistência ao inseticida, ou seja, o veneno passa a não fazer mais o efeito desejado. Por isso, tudo é preciso ter cuidado na indicação e no uso do UBV.

Já alertamos a todos, e a melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros. 

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